AGRADECIMENTOS
- terça-feira, abril 19, 2011, 12:13
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A diretoria da ASSOJESPI agradece a presença dos representantes do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Estado do Ceará – SINCOJUST e do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Estado da Paraíba – SOJEP, que deixaram seus estados no intuito de colaborar com a ASSOJESPI em relação aos seus pleitos. Com brilhantismo teceram importantes considerações e dirimiram diversas dúvidas referentes à transformação de nossa entidade em Sindicato, bem como as ações que estão tramitando no Congresso Nacional, pontuando as conquistas e derrotas sofridas. Infelizmente constatamos que, mesmo tendo conhecimento, muitos Oficiais de Justiça não compareceram aos debates. O presidente da categoria foi enfático em afirmar que, “enquanto alguns se deslocam de seus estados, como o caso do representante da Paraíba, que veio sozinho em carro próprio, percorrendo aproximadamente 1.400 Km para trazer experiências e socializar com os colegas, filiados da capital que foram devidamente comunicados, e se encontravam a poucos metros do local da reunião, não tiveram a consciência de participarem. Isso é uma vergonha!”. Continuando o presidente afirmou que, “a maioria desses oficiais que foram comunicados e não participaram, são os que mais cobram e criticam, sem qualquer fundamento, a atuação da ASSOJESPI. A luta e a força se demonstram com a união de todos e não com o trabalho somente da diretoria”. PARTICIPEM!!


Quero aqui parabenizar aos companheiros de outros Estados que na firmeza de lutas conjutas aqui estiveram, e lamentar a ausencia dos que sabiam e não compareceram, talvez, seja pelo fato de suas ideias serem vazias, serem apenas cobrança, deve ser do tipo que quanto pior melhor. Quero aqui explicar que sem união e compromisso não conseguiremos avançar na luta. Deixemos de lado nossas vaidades e vamos dar as mãos e buscar melhoria para categoria. Quero também lembrar que as eleições já se findaram, desçam do palanque aqueles vaidosos, pois ser diretor da assojespi não é sinonimo de vaidade, isto é apenas mais um encargo, porém todos tem que lutar pelos mesmos ideias, pois se a diretoria cair, caem todos os oficiais de justiça, favor vamos dar as mãos e lutar juntos, deixe as eleições para data certa. Não vamos criar factoide, querer o impossivel para o momento, temos que buscar o possivel hoje, depois pensamos no impossivel. Parabens a diretoria, permaneçam assim e conseguirão melhorar a imagem desta categoria.
O Tribunal de Justiça do Estado do Piauí está encabeçando uma campanha contra o bullying nas escolas, campanha essa já iniciada pelo CNJ a nível nacional. Contudo, antes de iniciá-la, o melhor seria primeiro fazer o dever de casa e começar uma campanha educativa contra o assédio moral praticado no ambiente de trabalho, em fóruns e juizados especiais. Aliás, o assédio moral no ambiente de trabalho já virou prática comum em todo o Brasil. Leiam o desabafo da colega Ana Cristina, Oficial de Justiça da Comarca de Santo André/SP, no quadro “Aposentadoria Especial: uma luz no fim do túnel”. O seu desabafo é o mesmo de centenas de Oficiais de Justiça estaduais espalhados em todo o país, inclusive o meu. No Brasil, infelizmente, valores como honestidade, integridade, assiduidade, imparcialidade e competência são atributos somente de heróis dos romances românticos indianistas de José de Alencar. O servidor público, consciente dos seus direitos e deveres, que busca se defender da arbitrariedade e dos desmandos administrativos de juízes de caráter duvidoso, cuja aspiração maior é uma promoção ou remoção definitiva para a Comarca da capital, contando com a total colaboração e submissão de fiéis bajuladores escudeiros, os quais, em troca de cargos comissionados, são capazes de vender a mãe, a honra, a dignidade e a própria alma, repito, o servidor, plenamente consciente dos seus direitos e deveres, que busca se defender da arbitrariedade e dos desmandos administrativos de juízes de caráter duvidoso, é logo taxado, rotulado, de problemático, no meu caso particular, ainda acrescentam a alcunha de desidioso. Felizmente, não tenho telhado de vidro e construí a minha profissão em bases sólidas, por isso gozo de total credibilidade junto à comunidade onde trabalho e resido. Convoco a Assojespi e o Sindsjus a encabeçarem essa luta contra o Assédio Moral no ambiente de trabalho, porque não há dor maior que a da humilhação e da desonra.
Prezado Janivando, belíssimo comentário. Com certeza teremos que fazer uma campanha contra o assédio moral no Poder Judiciário, pois constantemente recebemos relatos de servidores, em especial Oficiais de Justiça, que estão sufocados em suas serventias por conta de tal prática, e como bem falou, quando o servidor procura defender-se fundamentadamente dessa prática é logo taxado de problemático, preguiçoso etc. A diretoria da ASSOJESPI, da qual você é ilustre membro, irá adquirir equipamentos de microfilmagem para fornecer a filiados que estejam sendo assediados em seu local de trabalho, no intuito de coletar provas para tomarmos as devidas providencias, pois no Judiciário Piauiense, pouquíssimos servidores tem coragem de dar seu testemunho contra qualquer tipo de arbitrariedade.
Manda teu email para assojespi@hotmail.com, para que possa te enviar as atas da diretoria.
Abraço.
Quando os fatos são relatados ou denunciados à Corregedoria nada é feito, nenhuma providência é tomada, trata-se como algo banal ou, após uma longa espera, somos surpreendidos com uma resposta de que somos o culpado por tudo e nos chamam de desidioso. O prédio sede do Juizado Especial Cível e Criminal de Parnaíba, localizado na avenida São Sebastião foi construído e inaugurado há cerca de 12 anos, contando com 03 Oficiais de Justiça e Avaliadores, não havia Juizados Especiais Anexos. O juiz togado à época, após solicitação daqueles Oficiais, forneceu-lhes uma saleta, com mesa e cadeira. Em 2010, o TJPI realiza concurso público e encaminha para o JEC sede servidor concursado. O então juiz togado, com a desculpa de que chegaria um juiz auxiliar, solicita, via Diretor de Secretaria, que os Oficiais de Justiça desocupassem a sala, mas assegurando que uma outra lhes seria disponibilizada. Isso foi em agosto de 2010. Não apareceu qualquer juiz auxiliar e nem foi disponibilizada qualquer outra sala para os três Oficiais de Justiça. Quem na verdade ficou ocupando a sala dos Oficiais de Justiça foi o novo servidor concursado Analista Judicial, que, além da sala, ficou com a mesa e cadeira. Em setembro, este Oficial de Justiça, cansado de esperar e sentindo-se humilhado, entrega requerimento ao juiz togado, solicitanto uma outra sala, mesa e cadeira. O juiz atendeu em parte, disponibilizando uma saleta vazia. Daqui para diante os fatos foram comunicados à Corregedoria, houve inclusive publicação neste síte. O que foi feito? Nada. Atualmente, encontro-me, de maneira precária, cumprindo Mandados no Juizado Anexo FAP, porque não suportei mais trabalhar em um ambiente de mentiras e hostilidades. A mesa que fora negada em setembro de 2010 aos Oficiais de Justiça, foi entregue prontamente, em março de 2011, ao novo servidor concursado assessor jurídico de juiz de entrância final, já não bastasse ter sido retirado daqueles a mesa e a sala, em agosto de 2010, também para ser entregue ao novo servidor concursado Analista Judicial. Tudo isso é humilhante demais. Não bastassem todas essas agruras e absurdos, ainda tem o fato de existir um outro Oficial de Justiça lotado no JEC sede de Parnaíba que é tratado de maneira desigual, pois a este o juiz togado disponibilizou sala ampla, mesa, computador, impressora e o direito de expedir Mandados, assinando os mesmos como secretário criminal. Tal fato foi comunicado à Corregedoria pela Assojespi, mas quando o mesmo recebeu a notificação da Corregedoria em dezembro de 2010, fez um “acordo” com o juiz togado e passou a cumprir somente Mandados criminais, os quais são em número bastante reduzidos, pois nos Jec’s a maior demanda é de Mandados cíveis. O mais absurdo em tudo isso é que até dezembro de 2010, antes do recebimento da notificação da Corregedoria, quem cumpria todos os Mandados, tanto cíveis quanto criminais, eram os outros três Oficiais de Justiça. A cozinha do JEC sede de Parnaíba virou restaurante privativo, com direito a aquisição de uma nova geladeira e um novo fogão, para atender à demanda três servidores apadrinhados do juiz, que se dão ao luxo de terem as suas refeições fabricadas dentro do próprio local de trabalho.
Por que a Corregedoria não envia uma comissão à Comarca de Parnaíba para verificar tudo isso, para averiguar se essas denúncias são verdadeiras ou não? Inclusive para tomar conhecimento de que o servidor efetivo Oficial de Justiça e Avaliador Janivando Carvalho Mota encontra-se precariamente lotado no Juizado Especial Anexo FAP desde março de 2011 porque não suportou mais trabalhar em um ambiente de discriminação e mentiras, onde os iguais são tratados de maneira desiguais.